O que fazer em Chicago: nosso vlog entre o Riverwalk e o Lago Michigan

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20 min de leitura

Chicago é a nossa cidade preferida nos Estados Unidos. E, se você quer saber o que fazer em Chicago, eu começaria pelo que mais gosto por lá: caminhar pelo Riverwalk, parar para um café, olhar os prédios sem pressa e terminar perto do Lago Michigan. Foi nesse ritmo que eu e a Lívia gravamos este vlog do Viajando com o Léo.

O dia abriu bonito depois de um período de chuva, céu fechado e vento. Tinha gente tomando café à beira do rio, mesas convidando para uma pausa e aquela arquitetura que faz a gente querer filmar tudo. Chicago pelos nossos olhos é isso: os cartões-postais, claro, mas também a pizza que demora, a ida ao mercado e a vontade de continuar andando quando o pé já está pedindo descanso.

Reuni aqui os lugares e as experiências que aparecem no vídeo, com dicas para você montar o seu passeio. Quando menciono uma visita anterior, deixo isso separado do que vivemos nesta gravação. Preços citados no vlog são registros da viagem, não uma tabela de valores atuais.

Assista ao nosso vlog em Chicago

No vídeo você acompanha as conversas, o vento batendo na câmera, as paradas para fotos e o nosso jeito de passear. Assista ao vlog completo no YouTube e depois use este relato para escolher o que combina com a sua viagem.

O que fazer em Chicago: os lugares do nosso vlog

  • Chicago Riverwalk: caminhada à beira do rio, cafés, pontes e arquitetura.
  • Michigan Avenue e Starbucks Reserve Roastery: vitrines e vários andares dedicados ao café.
  • Navy Pier: jardins, roda-gigante e vista do lago e dos prédios.
  • Giordano’s: nossa parada para comer a pizza recheada de Chicago.
  • Mercados: leite, cereal e as escolhas bem diferentes de cada um.
  • Lago Michigan e Milton Lee Olive Park: vento frio, memória de praia e uma pausa com vista.
  • Cloud Gate, Crown Fountain e Loop: o feijão, os rostos que soltam água e os trilhos elevados.

Essa lista acompanha os assuntos do vlog. Não significa que você precise encaixar tudo em um único dia. A gente caminha muito nas viagens, e um roteiro bom precisa respeitar o seu ritmo.

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Riverwalk: a parte de Chicago em que eu ficaria por perto

O Riverwalk é uma das primeiras coisas que eu penso quando alguém fala em Chicago. Você desce para perto do rio e já tem passeio: os barcos passando, as pontes, os prédios dos dois lados e lugares para sentar, comer alguma coisa ou tomar café.

No vídeo, minha sugestão é procurar hospedagem perto dessa região. Para o nosso jeito de viajar, faz diferença sair do hotel e já estar em uma área gostosa de explorar a pé. A Lívia até fala em acordar às 5h30 para correr. Eu já começo a negociar com o frio antes mesmo de colocar o despertador.

Não estou indicando um hotel específico nem dizendo que qualquer endereço próximo terá o mesmo acesso. Eu olharia a distância real a pé até o rio e até o metrô, além do preço. Para comparar as regiões com mais calma, veja também o nosso guia de Chicago com Loop, hospedagem e melhor época.

Ilustração do Chicago Riverwalk com rio, ponte e edifícios
Ilustração gerada por IA, inspirada no Riverwalk. Não é uma fotografia da viagem.

As pontes e a diferença entre water taxi e passeio de arquitetura

As pontes móveis chamam atenção durante a caminhada. No vlog, eu até deixo a pergunta sobre quantas existem em Chicago. Mais do que decorar um número, eu acho legal observar como elas fazem parte do funcionamento da cidade, junto com o rio e o trânsito de embarcações.

Também comentamos sobre usar o water taxi para ver a cidade da água. A ideia é interessante para quem quer um deslocamento pelo rio, mas vale ajustar a comparação: ele não equivale a um tour guiado de arquitetura. Percurso, duração e explicações a bordo podem ser diferentes.

O Chicago Water Taxi informa suas paradas oficiais, incluindo Michigan Avenue, Ogilvie/Union e Chinatown. O bilhete de trajeto único vale entre dois pontos; não presuma que o retorno está incluído. Confira a operação e a tarifa para o seu dia antes de ir ao embarque.

Na conversa do vídeo, os valores aparecem de memória. Eu não usaria aqueles números para fechar o orçamento hoje. Se você quer conhecer a história dos edifícios, procure um passeio com guia; se quer aproveitar o deslocamento e a paisagem, compare o táxi aquático.

Por que a arquitetura de Chicago impressiona tanto?

Durante o passeio eu conto sobre o grande incêndio de 1871 e a reconstrução que ajudou a transformar Chicago em referência de arquitetura. Essa história muda o jeito de olhar para o centro: a caminhada deixa de ser só uma sequência de prédios bonitos.

Um dos exemplos é o Home Insurance Building, concluído em 1885 e considerado um marco no desenvolvimento dos arranha-céus. Ele foi demolido em 1931, portanto não é um prédio que você vai encontrar em pé no roteiro. O Chicago Architecture Center explica sua importância.

Outra história que parece difícil de acreditar é a inversão do fluxo do Chicago River. A obra, realizada em 1900, direcionou águas residuais para longe do Lago Michigan, que abastecia a região. A história oficial do MWRD explica como o canal permitiu essa mudança.

No nosso passeio, a Tribune Tower também merece uma parada. Eu fico olhando os detalhes da fachada e repetindo o que penso em vários momentos do vídeo: em Chicago, basta mudar a direção do olhar para encontrar outra coisa que merece atenção.

Michigan Avenue e Starbucks Reserve: uma parada para quem gosta de café

Saímos do Riverwalk e seguimos pela Michigan Avenue. É aquela parte do passeio em que a Lívia reconhece as marcas das vitrines e eu tento acompanhar os nomes. Mas o nosso destino ali tinha muito mais a ver com café do que com compras de grife.

A Starbucks Reserve Roastery de Chicago impressiona antes mesmo de entrar. No vídeo a gente fica tentando acertar quantos andares são e quais cidades têm unidades. A informação confirmada pela marca é que a de Chicago tem cinco andares e é a maior Starbucks do mundo. Veja a página oficial da Roastery de Chicago.

Lá dentro, a gente se perde entre cafés, canecas, moedores, métodos de preparo e os pães da vitrine. Também lembramos dos acessórios que já tínhamos comprado em outras visitas. Para quem gosta de café como nós, não é uma parada de pegar um copo e sair correndo.

Fomos subindo os andares, olhando os espaços e os preparos. Eu não bebo álcool, então minha atenção fica mesmo no café, mas o lugar também tem uma proposta de coquetelaria. Dá para entender por que a visita rende tanto assunto no vlog.

O rooftop estava fechado na nossa visita

Quando chegamos à parte de cima, encontramos o terraço fechado para obras. Em outra visita, a gente tinha conseguido aproveitar esse espaço. Na gravação, a brincadeira foi que antes o feijão estava fechado e o rooftop aberto; dessa vez, a situação tinha se invertido.

Isso descreve o que encontramos naquele dia. A Starbucks informa que o terraço funciona sazonalmente, conforme o clima. Eu conferiria a disponibilidade antes de ir se a vista do rooftop for o principal motivo da visita.

Como pagamos as compras: Nomad e as campanhas de cashback

Foi justamente na parada do café que mostrei o cartão Nomad no celular. Ele faz parte das nossas viagens. E eu faço a mesma ressalva que aparece no vlog: não estou dizendo que a Nomad tem sempre a menor cotação. Eu considero o conjunto de serviços e benefícios, que depende das regras e da elegibilidade de cada cliente.

Antes de converter, eu compararia o valor total em reais com o saldo que vai entrar na conta. Os percentuais de impostos e os custos comentados de cabeça no vídeo não substituem a simulação atual do aplicativo.

Para quem estiver lendo até 31 de outubro de 2026

A campanha divulgada no Seu Destino para outubro de 2026 anuncia 3% de cashback, limitado a US$ 60 ou € 60, com o código LEO60A. O prazo informado para abrir a conta é 31/10/2026, com conversões elegíveis em até 15 dias após a abertura e aprovação e mínimo de R$ 50.

Eu deixei os detalhes no artigo da campanha Nomad de outubro de 2026. Antes de aderir, confirme no cadastro ou com a Nomad se a oferta segue disponível para você e quais condições se aplicam. A página oficial do convite não permitiu a conferência independente dos termos nesta atualização; por isso, os valores acima são os divulgados no artigo da campanha, não uma garantia de concessão.

Conferir na Nomad o convite LEO60A e suas condições

Se você chegou aqui a partir de 1º de novembro de 2026, não considere a ação de outubro válida para novas adesões. Use o meu link permanente AMOYR40 para consultar a oferta padrão divulgada no canal, de até US$ 40 de cashback na primeira conversão, conforme as condições que a Nomad apresentar no momento do cadastro.

Esse limite não significa receber US$ 40 automaticamente ao abrir a conta. A disponibilidade futura, o valor elegível e os prazos precisam ser confirmados na oferta exibida para você. Não some os benefícios das duas campanhas sem uma regra expressa permitindo isso.

Consultar a oferta Nomad pelo meu link AMOYR40

O Navy Pier é um dos lugares de Chicago que a gente gosta de revisitar. Na chegada, tem aquela brincadeira do vídeo em que eu tento identificar as plantas e quase tudo vira “florzinha”. A Lívia para para fotografar, eu continuo mostrando a vista, e o passeio vai acontecendo sem pressa.

A gente já tinha ido à roda-gigante em outra viagem. Nesta gravação, não repetimos a atração porque achamos caro. É uma diferença importante: você pode gostar muito de passear pelo Navy Pier sem fazer de novo todas as atividades pagas.

O que ficou desse trecho foi a combinação de jardins, barcos, lago e skyline. É o tipo de lugar em que eu gosto de parar e só olhar para a cidade. Se quiser encaixar alguma atração ou evento, confira antes a programação e os ingressos no site oficial do Navy Pier.

Um ajuste na história que contamos no vídeo

O píer foi inaugurado em 1916 e também teve uso militar. Mas o nome Navy Pier foi adotado em 1927, em homenagem aos integrantes da Marinha ligados à Primeira Guerra Mundial, antes do treinamento naval da Segunda Guerra. Essa é a cronologia apresentada pelo próprio Navy Pier.

Giordano’s: a pizza de Chicago que eu estava esperando

Depois de tanta caminhada, chegamos à Giordano’s. No vídeo, eu chamo de a melhor pizza de Chicago porque é o meu entusiasmo falando. É uma preferência pessoal, não um ranking de todas as pizzarias da cidade.

A casa estava lotada, e nosso pedido foi a Bacon Barbecue Chicken, naquela proposta de pizza alta e bem recheada. Só de mostrar a pizza chegando já dá para entender por que eu estava tão animado.

O detalhe prático mais importante dessa parada: a nossa pizza levou cerca de uma hora para ficar pronta. Não é uma promessa de prazo do restaurante para qualquer dia, mas é um bom motivo para você não encaixar essa refeição apertada entre dois compromissos.

No cardápio mostrado, os tamanhos sugeriam compartilhar a pizza entre diferentes quantidades de pessoas. Eu conferiria o menu no dia e pediria pensando na fome do grupo. Depois de andar tanto, é fácil exagerar na expectativa de quanto a gente consegue comer.

Também comentamos de passagem sobre a Robert’s Pizza e uma premiação mencionada pela Lívia. Como não mostramos uma refeição ali, eu não colocaria essa pizzaria no mesmo grupo de lugares que efetivamente experimentamos neste vlog.

Target e mercado: o passeio também passa pelo corredor de cereal

Nem só de atração turística vive o nosso roteiro. Entramos na Target para procurar leite e cereal, e eu acabo mostrando hidratantes, meias e a variedade de produtos. É uma parte muito real das nossas viagens: ir comprar uma coisa e se distrair com várias outras.

Depois vem a parada no mercado de produtos mais naturais, que a Lívia adora. Ela olha barrinhas, ingredientes e lanches; eu fico procurando algo mais próximo do meu cereal. A conversa sobre a barrinha grudenta resume bem a diferença entre os nossos gostos.

Os preços das prateleiras aparecem na gravação, mas não formam um levantamento de custo de vida. Tamanho da embalagem, loja, promoção e data mudam a comparação. Para o seu orçamento de turista, eu faria a conta em reais com o câmbio e os custos do meio de pagamento que você vai usar. A comparação de poder de compra que fazemos na conversa não substitui essa conta.

O “mar de Chicago” é o Lago Michigan

Uma das coisas que mais gosto de mostrar é a dimensão do Lago Michigan. Você olha aquela água toda e entende por que a gente brinca chamando de mar de Chicago. Só que é um lago, e ele muda completamente a experiência de estar numa cidade cheia de prédios.

No vídeo, lembramos de uma viagem anterior no verão, quando tomamos banho ali. A água estava gelada mesmo naquela época, mas foi uma experiência de que nós dois gostamos muito. Também recordamos o passeio de bicicleta pela orla.

Nesta gravação, o momento é outro: a gente está de casaco, com vento frio nas orelhas e vontade de aproveitar a vista. Não é um novo mergulho. Eu levaria uma camada de roupa para essa parte do passeio mesmo que, entre os prédios, a temperatura parecesse agradável.

Ilustração da orla do Lago Michigan com árvores e skyline de Chicago
Ilustração gerada por IA, inspirada na orla do Lago Michigan. Não é uma fotografia da viagem.

Milton Lee Olive Park: uma pausa perto do Navy Pier

O Milton Lee Olive Park é uma das paradas que eu mais gosto desse trecho. Fica ali perto do Navy Pier e aparece no vlog com pouco movimento, uma vista bonita dos prédios e espaço para caminhar sem disputar cada foto.

A gente lembra de uma visita anterior em que havia uma moça sentada escrevendo num diário. É uma memória pequena, mas que combina com o lugar. Tem hora em que o melhor programa é sentar e ficar um pouco, sem procurar a próxima atração.

O nome homenageia Milton Lee Olive III, que morreu no Vietnã ao proteger companheiros de uma granada. A precisão histórica aqui é que ele foi o primeiro afro-americano a receber a Medalha de Honra por ações na Guerra do Vietnã, não o primeiro de toda a história. A entidade de veteranos VFW conta sua história.

Na gravação, também comentamos sobre as estruturas circulares que estavam sem água. Não sabemos o motivo naquele momento, então prefiro não inventar uma explicação. A lembrança que ficou foi a vista da cidade e o dia de sol que acabou surpreendendo a gente.

Cloud Gate: finalmente perto do feijão de Chicago

O famoso feijão se chama Cloud Gate. Em nossa visita de 2024, ele estava em obras, e a gente procurou outro jeito de vê-lo. Nesta gravação conseguimos chegar perto, embora houvesse bastante gente, inclusive um grupo de turismo.

É nesse momento que eu começo a brincar com a quantidade de fotos que a Lívia quer tirar no mesmo lugar. Mas eu entendo: o reflexo dos prédios e das pessoas muda a cada posição, e você acaba querendo tentar mais um ângulo.

A escultura é de Anish Kapoor e tem a superfície de aço inoxidável polido que virou um dos símbolos da cidade. A prefeitura de Chicago apresenta a obra e o artista.

Cindy’s: nossa lembrança de ver o feijão de cima

O Cindy’s aparece como uma dica de uma viagem anterior. Quando o acesso ao feijão estava em obras, fomos ao rooftop e o vimos de cima. Também gostamos do almoço, mas lembro no vídeo que o preço era salgado.

Eu trataria essa parada como uma refeição com vista para planejar no orçamento. Não foi um almoço feito durante esta gravação, e não estou afirmando aqui quais são os preços, as regras de entrada ou a disponibilidade de mesas hoje.

Crown Fountain: os rostos que cospem água

Perto dali, mostramos a Crown Fountain, que no vlog vira a “boca que cospe água”. São duas torres com rostos nas telas, e a graça é esperar o momento em que a água parece sair da boca. A gente fica acompanhando e comentando as expressões.

A obra é de Jaume Plensa. As torres têm aproximadamente 15 metros, e os rostos vêm de imagens de cerca de mil moradores de Chicago, conforme a descrição do projeto no site do artista. É uma parada que acrescenta outra experiência ao passeio pelo Millennium Park, além da foto no feijão.

Encontramos restrições e obras em outra parte da área do parque na visita. Isso não quer dizer que o parque inteiro estivesse fechado, nem que a mesma situação continue. Vale verificar os acessos e a programação quando você for.

Loop: os trilhos elevados e a vontade de continuar andando

O Loop aparece na parte final do vlog com aquela imagem que muita gente associa imediatamente a Chicago: os trilhos elevados passando entre os edifícios. É um cenário de cidade grande que eu gosto de explorar andando, olhando para as fachadas e para as ruas laterais.

A gente passa pela região da escola do Art Institute, sente os cheiros de comida, comenta as cenas de séries que lembram aqueles lugares e espera o trem passar. Quando ele chega, o barulho toma conta. Isso também faz parte da experiência.

O passeio ainda rende fotos diante de um teatro. No vídeo, a brincadeira é chamar aquela área de Broadway, pelo clima de espetáculos e pelo movimento de gente tirando foto. É mais um daqueles momentos em que o caminho vira atração.

Como saímos do aeroporto e por que andamos tanto a pé

Nesta viagem, usamos o metrô para sair de O’Hare e chegar ao centro. No relato, conto que descemos em Washington e que achei o deslocamento mais interessante do que a experiência anterior com transfer, principalmente por não depender do trânsito.

A orientação oficial da CTA para chegar do aeroporto ao centro é seguir as placas “CTA Trains” ou “Trains to City”. A estação da Blue Line conecta os terminais 1, 2 e 3; quem chega ao terminal 5 usa o Airport Transit System para fazer essa ligação. Não é necessário estar obrigatoriamente no terminal 3 para acessar o metrô.

A CTA informa cerca de 40 a 45 minutos de trem até o centro em condições normais. Some a isso o tempo de desembarque, caminhada, espera e trajeto até o hotel. O valor de US$ 5 mencionado no vídeo é o que relatamos na viagem; confira a tarifa vigente antes de embarcar. Essa orientação é para O’Hare, não para Midway.

No restante dos passeios mostrados, a gente caminhou muito. Eu e a Lívia comentamos que, nesse tipo de viagem, costumamos fazer de 25 mil a 30 mil passos por dia. Isso explica como conseguimos encaixar tantas paradas, mas não é uma meta que você precisa copiar.

  • Use um calçado que você já sabe que aguenta horas de caminhada. No vídeo, eu comento justamente a diferença que o conforto fez.
  • Separe o passeio em trechos e deixe pausas para sentar, comer e usar o banheiro.
  • Se o frio apertar ou o cansaço chegar, ajuste o roteiro e use transporte.
  • Para bicicletas, confira o aplicativo, o desbloqueio, as regras e o preço antes de começar. Nossa conversa também lembra de dificuldade com a máquina.

Frio, segurança e orçamento: o que eu levaria deste passeio

Durante a gravação comentamos temperaturas por volta de 14 °C a 15 °C e um vento que aumentava a sensação de frio. Isso é o relato daquele momento. A paisagem e a experiência foram diferentes das nossas lembranças de verão, quando aproveitamos a praia e a bicicleta.

Outra coisa que eu não transformaria em regra geral é a sensação de segurança. Tivemos muitas caminhadas agradáveis, mas também relatamos uma ocorrência numa visita anterior à Target e uma abordagem hostil perto de um fast-food nesta viagem. Gostar da cidade não significa que ela seja livre de problemas.

Eu manteria os cuidados que menciono no próprio vídeo: atenção ao celular e à bolsa, especialmente em lugares movimentados. Também não usaria uma experiência isolada para concluir como é a cidade inteira.

Sobre compras, a conversa do vlog já traz uma dúvida: será que Chicago compensa para trocar de celular? Eu não faria uma compra dessas só porque estou nos Estados Unidos. Compararia o preço final, incluindo os tributos aplicáveis e o câmbio. O percentual de imposto mencionado informalmente no vídeo não deve ser aplicado a todo produto ou serviço.

Como eu dividiria esse passeio sem correr

Se você quiser usar o nosso vlog como ponto de partida, eu separaria as áreas abaixo. É uma sugestão de organização a partir dos lugares que mostramos, não uma descrição de horários que cumprimos.

  • Rio e café: Riverwalk, pontes, Michigan Avenue e Starbucks Reserve. Reserve tempo para a visita à Roastery.
  • Lago e paisagem: Navy Pier, orla do Lago Michigan e Milton Lee Olive Park. Ajuste ao vento e ao clima.
  • Arte e centro: Cloud Gate, Crown Fountain e caminhada pelo Loop.
  • Comida e compras: encaixe a Giordano’s com folga para a espera e deixe mercado e Target conforme a necessidade.

Você pode distribuir esses grupos por mais de um dia, voltar a um lugar de que gostou e cortar uma parada se preferir ficar mais tempo em outra. Para mim, Chicago rende muito justamente quando o roteiro deixa espaço para andar e descobrir o que aparece pelo caminho.

Por que eu e a Lívia gostamos tanto de Chicago

Chicago junta coisas que nós dois gostamos: arquitetura, café, comida, água, áreas verdes e a possibilidade de fazer boa parte dos passeios centrais a pé. Em uma hora estamos olhando um prédio; na outra, discutindo qual cereal comprar ou lembrando do banho gelado no lago.

É isso que eu quis mostrar neste vlog. O feijão e o Navy Pier merecem a visita, mas o que faz a gente querer voltar é o conjunto. Se você também gosta desse jeito de viajar, acho que vai entender o nosso carinho por Chicago.

Para acompanhar os próximos passeios, inscreva-se no Viajando com o Léo. E, se quiser receber dicas de viagens e emissões no e-mail, entre na minha newsletter. Depois me conta: qual desses lugares você colocaria primeiro no seu roteiro?

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